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É bem possível que você já tenha ouvido falar sobre o espírito de Jezabel pelo menos uma vez na vida, mas a grande maioria das pessoas acredita que ele está ligado apenas aos pecados da prostituição e da perversão. Mas, na verdade, não é só isso. O espírito de Jezabel possui muitas características que impedem o crescimento da igreja e afastam o povo da presença de Deus.
E você deve estar se perguntando: “Mas, pastor, quem foi Jezabel?” Jezabel é considerada a pior mulher de todo o Antigo Testamento. Ela foi casada com o rei Acabe e trouxe para Israel práticas pagãs que desagradaram muito a Deus. Foi uma rainha muito má, que promoveu a idolatria e matou muitos profetas. Além de convencer o marido a adorar outro deus, que não fosse o Senhor, ela sustentava 850 profetas dos deuses Baal e Aserá. Esses profetas faziam rituais detestáveis, provocando a ira de Deus.
O mal que habitava no coração de Jezabel era tão grande, tão forte, que até Elias, um dos maiores e mais importantes profetas já levantados por Deus, fugiu com medo das ameaças daquela mulher e chegou a pedir que o Senhor o matasse. No livro de 1 Reis, capítulo 19, está escrito que Elias teve medo e fugiu para salvar a vida. Em Berseba, em Judá, deixou seu servo e entrou no deserto, caminhando um dia. Chegou a um pé de giesta, sentou-se debaixo dele e orou, pedindo a morte: “Já tive o bastante, Senhor. Tira minha vida. Não sou melhor do que os meus antepassados” (1 Reis 19:3-4).
Mas Jezabel foi punida. Deus encheu Elias de coragem, e ele então voltou e profetizou que aquela mulher teria uma morte sangrenta e que os cachorros comeriam seu cadáver. E foi exatamente isso que aconteceu. A Bíblia conta que um homem chamado Jeú matou o filho de Jezabel e, por causa disso, ela o desafiou. Então Jeú enviou alguns homens para matá-la. Eles invadiram o palácio e atiraram Jezabel pela janela. Jeú então atropelou aquela mulher com seus cavalos. Quando foram sepultá-la, só encontraram seu crânio, seus pés e suas mãos, pois os cachorros tinham comido todo o resto.
As atitudes de Jezabel contra o povo de Deus foram tão destrutivas que seu nome foi adotado por um espírito maligno muito poderoso, que tem um único objetivo: destruir a autoridade de Deus. E seu alvo favorito é a igreja. Infelizmente, em quase todas as comunidades cristãs, existe uma Jezabel que engana as pessoas e impede seu crescimento espiritual. E Deus quer nos usar para derrotar esse espírito maligno, para que seu povo possa ser abençoado.
Mas como descobrir se o espírito de Jezabel habita em nosso meio? Existem algumas características que podem indicar se existe uma Jezabel em sua igreja. A primeira delas é a prostituição.
No livro de 2 Reis, capítulo 9, conta-se que Jezabel era uma mulher vaidosa e acostumada a conquistar seus interesses por meio da sedução. Na Bíblia, o termo prostituição tem o significado de infidelidade, tanto conjugal como espiritual. Quando uma pessoa não é fiel a Deus, ela está se prostituindo, pois Jesus disse que ninguém pode servir a dois senhores. E Jezabel praticava tanto a prostituição sexual, traindo seu marido, como a feitiçaria, traindo o Deus de Israel.
O espírito de Jezabel entra nas igrejas por meio de pessoas que não estão vivendo em santidade. Por isso, os pastores e outros líderes devem tomar cuidado com quem colocam diante do altar para ministrar. Eu sei que todos nós somos falhos, pecadores, mas a pessoa que está à frente de algum departamento da igreja precisa estar vivendo em santidade. Uma pessoa que está em pecado de fornicação e prostituição, por exemplo, não está preparada para liderar, pois precisa ser restaurada. E nós devemos fazer isso com amor e muita paciência, nunca expondo ninguém em público.
Além dessa situação, ainda existe a prostituição espiritual. Muitos membros de igrejas são rebeldes com a comunidade onde congregam. Pessoas assim pulam de galho em galho, procurando onde há alguém que lhes agrade. A cada dia, procuram uma igreja e um pastor que façam a sua vontade. E, quando não estão satisfeitas, criam intrigas para prejudicar a liderança.
2) A idolatria
A Bíblia conta que Jezabel fazia culto a ídolos e tinha um exército de mais de 850 profetas, sustentados por ela para cultuar deuses estranhos. Hoje, dificilmente vemos esse tipo de prática, mas a idolatria vai muito além de imagens de escultura. Idolatria é tudo aquilo que toma o lugar de Deus em nosso coração, pois o Senhor deve ser a prioridade em nossa vida.
Por exemplo, hoje existe um mundo gospel em que personalidades como cantores e pastores se destacam mais pelo carisma e talento do que pela fé em Jesus. E é aí que o espírito de Jezabel age. Ele faz com que as pessoas cultuem mais a celebridade gospel do que o próprio Senhor. E isso é algo que Deus odeia.
3) A manipulação
Jezabel era manipuladora, ou seja, queria que tudo fosse do seu jeito. Tanto é que convenceu seu marido a abandonar o Deus de Israel e adorar o deus Baal. Além disso, era muito invejosa. Certa vez, armou uma mentira para matar um homem chamado Nabote só porque seu marido queria o terreno dele. Então, ela tirou a vida de um homem inocente e tomou sua propriedade.
Uma pessoa manipuladora mente para conseguir o que deseja, trai ou apunhala os outros pelas costas e se vinga de quem não quer fazer a sua vontade. O espírito de Jezabel entra em muitas igrejas por meio de pessoas que querem mandar em tudo. Algumas dessas pessoas já exercem funções de autoridade profissionalmente e refletem isso dentro da igreja, achando que podem dar ordens aos irmãos como se fossem empregados ou subordinados do trabalho.
Igreja não é lugar de maltratar ninguém, e sim de demonstrar amor e companheirismo. E, se alguém tem um título de poder na sociedade, isso fica do lado de fora.
Mas, na igreja, somos todos irmãos e devemos servir uns aos outros em amor, conforme disse o apóstolo Paulo em Gálatas, capítulo 5. Por isso, devemos ter cuidado ao colocar na liderança alguém que não trata bem os irmãos.
Por fim, a quarta característica do espírito de Jezabel é a perseguição. Essa mulher perseguiu os profetas de Deus, a ponto de muitos terem de se esconder para não serem mortos. Muitos profetas até morreram por causa de Jezabel, e o próprio Elias foi ameaçado por ela. Um dos motivos dessa perseguição é que os profetas da época falavam a verdade, e não o que Jezabel e seu marido queriam ouvir.
Da mesma forma, o espírito de Jezabel pode ser percebido em igrejas onde pessoas são perseguidas pelos próprios irmãos. Existem igrejas em que tudo já está tão estabilizado que, quando um homem ou uma mulher de Deus propõe mudanças, passa a ser perseguido. Enfrentar perseguição externa, de pessoas ou situações que vêm de fora da igreja, é algo normal. Mas o espírito de Jezabel age dentro da igreja. Essa é uma estratégia do inimigo para enfraquecer o povo de Deus. Jesus disse: “Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá.” (Mateus 12:25)
Por isso, tome muito cuidado com pessoas que falam mal de outros irmãos ou que perseguem líderes e membros, pois estão sendo usadas pelo espírito de Jezabel. Eu sei que não precisamos concordar com tudo o que vemos e ouvimos na igreja, mas Deus nos chama para interceder e exortar, se for preciso, não para causar divisões ou brigas.
Como vimos no início, o fim da vida de Jezabel foi terrível. Além disso, no livro de Apocalipse, Jesus dá o seguinte aviso à igreja de Tiatira por tolerar esse espírito de Jezabel no meio do seu povo. Ele disse:
“Conheço as suas obras, o seu amor, a sua fé, o seu serviço e a sua perseverança. Sei que você está fazendo mais agora do que no princípio. No entanto, contra você tenho isto: você tolera Jezabel, aquela mulher que se diz profetiza. Com seus ensinos, ela induz os meus servos à imoralidade sexual e a comerem alimentos sacrificados aos ídolos. Dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua imoralidade sexual, mas ela não quer se arrepender. Por isso, vou fazê-la adoecer e trarei grande sofrimento aos que cometem adultério com ela, a não ser que se arrependam das obras que ela pratica. Matarei os filhos dessa mulher. Então, todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda mentes e corações e retribuirei a cada um de vocês de acordo com as suas obras.” (Apocalipse 2:19-23)
Então, se em sua igreja há alguém com essas características, comece a orar por essa pessoa, pois ela pode estar sendo dominada por um espírito demoníaco que precisa ser expulso. Mas tome cuidado para você também não ser usado pelo inimigo, fazendo fofocas e difamando essa pessoa. O amor é o cumprimento da lei e, como cristãos, devemos buscar a paz acima de tudo. Muitas dessas pessoas são apenas religiosas, ainda não tiveram uma verdadeira experiência com Deus e precisam de nós para serem abençoadas.
Agora, se a pessoa não aceita ser tratada, não há nada que possa ser feito. A Bíblia é muito clara em relação ao que Deus fará com aqueles que deixarem qualquer espírito demoníaco dominar sua vida. O salmista escreveu: “Por isso, os ímpios não prevalecerão no juízo, nem os pecadores na comunidade dos justos. Pois o Senhor aprova o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios leva à destruição.” (Salmos 1:5-6)
Quando se fala sobre pastores evangélicos, boa parte das pessoas tem em mente a imagem de alguém que explora a Palavra do Senhor e a fé de pessoas inocentes para obter lucro. Elas enxergam a igreja como um grande negócio feito para enganar e gerar riqueza para seus líderes. Mas, ainda que, infelizmente, muitos falsos homens de Deus vivam no luxo às custas de seus fiéis seguidores, sabemos que existem muitos líderes espirituais sérios e comprometidos com seus ministérios. É uma grande injustiça generalizar, como se todas essas pessoas fossem corruptas e tivessem falta de caráter.
O problema é que a grande mídia não parece nem um pouco preocupada em mostrar essa diferença para a sociedade. Um pastor só vira notícia nos telejornais por causa de alguma denúncia de esquema de corrupção, como no caso da Igreja Universal nos anos 90, ou em situações ainda mais graves, como na história da pastora Flordelis. Nós nunca ouvimos falar no Jornal Nacional, por exemplo, dos pastores que estão salvando vidas de crianças carentes na África, nem daqueles que estão sendo perseguidos e mortos no Oriente Médio e na Ásia, simplesmente por pregarem o evangelho de Cristo.
Também é importante saber diferenciar um verdadeiro pastor de um falso e entender por que isso é tão importante na caminhada com Deus. Os perigos da ganância desses falsos líderes religiosos podem atingir as pessoas, enganando-as como um lobo em pele de cordeiro.
Em um mundo cheio de injustiças e desigualdades, é cada vez maior a necessidade de as pessoas buscarem o consolo de Deus. Elas estão extremamente carentes e necessitadas de alguém que as ajude a cuidar da vida espiritual. Foi se aproveitando desse momento de fragilidade do ser humano que os falsos pastores surgiram e estão se espalhando por aí com seus ensinamentos mentirosos sobre a Palavra de Deus, sempre visando ao benefício próprio, sem se preocupar com as almas que estão sob sua responsabilidade.
Mas se engana quem pensa que esse é um problema atual. Deus já condenava essas pessoas milhares de anos atrás. No Antigo Testamento, ainda não existia o termo “pastor”. Esses homens eram conhecidos como falsos profetas. E o Senhor usou Jeremias para falar sobre esses enganadores que enganavam as pessoas em seu nome.
Em Jeremias, capítulo 14, Deus disse que era mentira o que aqueles homens estavam falando em nome dele. Ele não os havia enviado, nem lhes dado ordem alguma, nem falado com eles. Eles estavam profetizando para o povo falsas visões, adivinhações inúteis e ilusões de suas próprias mentes. E você percebe que o mesmo continua acontecendo nos dias de hoje. Existem muitos por aí que se dizem homens de Deus e que estão falando em nome dele, declarando cura e restauração e profetizando prosperidade financeira em troca de dinheiro. Mas, na verdade, eles não têm parte alguma com o Senhor. O único propósito deles é enganar.
A Bíblia descreve os falsos profetas como adúlteros, levianos, bêbados, perversos e mentirosos, envolvidos com adivinhação e feitiçaria. E você pode estar se perguntando agora: “Mas como vou conseguir diferenciar um verdadeiro pastor de um falso?” O profeta Jeremias, que era um verdadeiro homem de Deus, dizia que a diferença entre um e outro estava na sua fonte de informação. Em vez de falar a palavra do Senhor, os falsos profetas entregavam mensagens que vinham de seus próprios corações e mentes. Olha só o que está escrito: “Não ouçam o que os profetas estão profetizando para vocês. Eles os enchem de falsas esperanças. Falam de visões inventadas por eles mesmos, e que não vêm da boca do Senhor” (Jeremias 23:16).
Ou seja, se você recebeu uma promessa de que vai receber uma bênção financeira muito em breve, que vai trocar de carro até o final do ano ou que o amor da sua vida vai bater à sua porta quando você menos esperar, não coloque muita fé nessas palavras. Não é que Deus não possa lhe dar essas coisas; ele pode, é claro. Mas são muito grandes as chances de esse pastor ter falado isso só para agradar você, encher você de esperança e fazer com que retribua com seus recursos.
Outra diferença entre os verdadeiros pastores e os falsos é a motivação. Os verdadeiros são motivados pela lealdade a Deus acima de tudo. Eles querem espalhar a verdade que existe na Bíblia, não importando o preço que vão pagar, mesmo que sejam cancelados pela mídia ou pela internet. Já os falsos pastores são motivados pelo próprio interesse e pelo desejo de manter uma boa imagem diante daqueles que estão fora da igreja, porque estão mais preocupados em ser politicamente corretos do que qualquer outra coisa.
E isso também aconteceu nos tempos de Jeremias. Enquanto ele anunciava que Jerusalém passaria por tempos muito difíceis e que, por isso, o povo deveria se arrepender dos seus pecados e se voltar para o Senhor, os falsos homens de Deus profetizavam a paz, porque era o que as pessoas queriam ouvir. E adivinha de que lado o povo ficou? Do lado dos falsos pastores. Só que eles acabaram pagando um alto preço por isso.
Outra coisa a que você deve prestar atenção são os frutos desses pastores. Jesus alertou sobre os perigos de pastores que fingem ser pessoas boas, mas não são. Na verdade, eles querem apenas matar, roubar e destruir. Ele disse que esses homens são como lobos disfarçados de ovelhas e que nós podemos conhecê-los pelas coisas que fazem, como árvores que são conhecidas pelos seus frutos. Boas árvores dão bons frutos, e as árvores ruins dão frutos ruins. Jesus explicou que, no final, pessoas que fazem o mal, mesmo dizendo que fazem isso em nome de Deus, serão rejeitadas por ele. Então, analise bem como esse homem trata a esposa, os filhos e, principalmente, aqueles que não podem lhe oferecer algum tipo de retorno financeiro.
Irmãos, entender a diferença entre um verdadeiro pastor e um falso é muito importante para qualquer cristão. Isso porque um pastor, segundo a Bíblia, não é apenas alguém que lidera um culto ou prega sermões, mas um guia espiritual cuja vida e cujos ensinamentos devem refletir os de Jesus Cristo. E a Bíblia nos mostra claramente como deve ser esse verdadeiro líder.
Em Efésios, capítulo 4, o apóstolo Paulo escreveu que Cristo deu dons à igreja, incluindo apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres. A finalidade desses dons é o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério e para a edificação da igreja. Isso mostra que o papel de um pastor vai além de apenas pregar: ele deve equipar e fortalecer os membros da igreja, ajudando-os a crescer espiritualmente.
Além disso, em 1 Timóteo, capítulo 3, Paulo menciona que aquele que deseja ser pastor deseja uma função muito nobre e que, por isso, deve ser irrepreensível, esposo de uma só mulher, sóbrio, prudente, respeitável, hospitaleiro e apto para ensinar. Essas qualidades são fundamentais, não porque Deus queira uma pessoa perfeita à frente da igreja — isso é impossível —, mas porque o Senhor espera que o pastor tenha essas características e seja um exemplo para as outras pessoas.
Um verdadeiro pastor também precisa ter uma vida de acordo com o que a Bíblia ensina. Ou seja, não pode pregar uma coisa no púlpito e viver outra totalmente diferente. Apenas os falsos pastores fazem isso. Além disso, o ministério dele não é motivado pelo salário ou pelos ganhos pessoais que possa ter, mas pelo chamado de servir e guiar o povo de Deus.
É claro que o salário do pastor é importante, e ele também pode ter outros ganhos pessoais além do ministério. Afinal, tem uma família para cuidar e alimentar, e Deus deseja abençoar os seus filhos. Mas essa questão é apenas uma consequência do seu trabalho, e nada mais.
Outra coisa importante que só o verdadeiro pastor faz é ensinar a verdade que está na Bíblia, ajudando-nos a entender o que Deus quer nos dizer em sua Palavra e a aplicar essas verdades no nosso dia a dia. Um falso pastor nunca faz isso, porque sabe que a verdade liberta, e esses homens maus não querem nos ver livres. Eles desejam que as pessoas fiquem presas em suas mentiras e continuem alimentando seus egos e suas contas bancárias.
Irmãos, o Senhor tocou no meu coração para trazer esta mensagem hoje porque, infelizmente, muitos cristãos estão sendo enganados por falsos líderes espirituais, carismáticos e convincentes. Eles vêm com discursos bonitos e cheios de promessas de prosperidade, mas não têm o principal: o desejo de ensinar a verdade do evangelho.
Existem também aqueles que têm milhões de seguidores na internet, que abençoam copos de água, documentos de identidade de parentes e chaves de automóveis, prometendo bênçãos e mais bênçãos. Eles só falam sobre dívidas que serão pagas, doenças que serão curadas e casamentos que irão acontecer. Mas não falam sobre o Deus que continua ao nosso lado, mesmo que a tempestade demore a passar; sobre o Pai que fica ao nosso lado nos tempos de luto e de dor. Também não pregam sobre uma vida de renúncia ao pecado, mostrando que todo cristão deve carregar a sua cruz.
Então, para que você não seja mais enganado, é importante conhecer muito bem a Bíblia e orar por discernimento. Um verdadeiro pastor é alguém que cuida das ovelhas com amor e dedicação, ensinando a Palavra do Senhor com fidelidade e vivendo uma vida que glorifica Cristo. E, como membros da igreja, temos a responsabilidade de apoiar e seguir líderes que demonstram essas qualidades, não colocando fardos pesados sobre eles, mas apoiando-os e garantindo que a igreja cresça em fé e graça, debaixo de uma liderança verdadeira e inspirada por Deus. Amém.
Eu sou o pastor Antônio Júnior. Se você gostou desta mensagem, compartilhe-a e envie-a para seus amigos e familiares. Espero você no próximo vídeo. Que Deus te abençoe poderosamente. Um grande abraço.