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ASSISTA NO YOUTUBE ► O FIM DO SER HUMANO COMO CONHECEMOS - Eu Preciso te Alertar!
A espécie humana está prestes a se dividir em duas raças diferentes. E, se você recusar um chip no cérebro, vai ficar para trás. De um lado, vai existir uma pequena elite de super-humanos que terão o próprio cérebro conectado diretamente à inteligência artificial. Eles serão capazes de ler livros inteiros em segundos, enxergar no escuro e comandar máquinas apenas com o pensamento. Do outro lado, ficarão as pessoas comuns, da forma como Deus as criou.
Gigantes da tecnologia como Elon Musk e Sam Altman, criador do ChatGPT, já afirmam que essa transformação poderá acontecer em pouco tempo e será inevitável. Eles dizem que, sem um implante na cabeça, você não passa de uma árvore perto de um robô. Hoje, eu vou mostrar como esse projeto já está sendo implantado, como tudo isso se conecta com um antigo engano revelado na Bíblia e por que tem relação com a chegada do anticristo.
Durante toda a história da humanidade, a diferença entre ricos e pobres esteve na quantidade de dinheiro, nas terras que possuíam e no acesso à educação. Mas havia algo que nem mesmo a maior fortuna podia mudar: por mais rico que fosse um homem, seu cérebro continuava sendo biológico, igual ao meu e ao seu. Só que essa realidade pode estar prestes a mudar.
Em grandes encontros mundiais de tecnologia e economia, intelectuais como o historiador israelense Yuval Noah Harari, que aconselha pessoas à frente das maiores empresas do planeta, já alertam para essa transformação. Ele aponta que, até 2050, se os governos deixarem a tecnologia totalmente nas mãos de meia dúzia de bilionários, a riqueza gerada não será distribuída. Pelo contrário, poderemos assistir ao nascimento da chamada classe dos inúteis: milhões de seres humanos que perderão seu valor econômico e passarão a viver de migalhas digitais, distraídos por algoritmos, enquanto uma pequena elite concentra todo o poder do planeta.
Nesse cenário, quem não estiver conectado à tecnologia não ficará apenas desempregado; será considerado incapaz de conseguir qualquer emprego, por não ter condições de competir com aqueles que tiveram suas capacidades ampliadas pela tecnologia. Essa elite teria condições de conectar o cérebro aos computadores para ganhar mais memória, raciocinar mais rápido e ampliar os próprios sentidos. Eles seriam aquilo que chamam de Homo Deus, ou seja, o homem Deus.
E quem está desenvolvendo essa tecnologia também fala sobre isso. Sam Altman escreveu um ensaio chamado “A fusão”. Nele, afirma que a união física entre seres humanos e máquinas é inevitável e que esse processo deve se completar já nas próximas décadas. Nesse texto, Altman afirma que, se o ser humano natural não se unir à inteligência artificial, haverá um conflito direto e nossa espécie será esmagada pelas máquinas. Para ele, a humanidade tem apenas dois caminhos: ou serve de ponto de partida para o surgimento de uma inteligência digital e depois desaparece, ou se funde à tecnologia, integrando computadores ao próprio corpo.
Em outras palavras, nessa visão de futuro, o ser humano natural que Deus formou deixaria de ter lugar. Mas como eles vão tentar convencer você de que o corpo que Deus lhe deu está ultrapassado? É aí que entra uma conta matemática que Elon Musk costuma repetir em suas apresentações.
Segundo ele, o grande problema do ser humano está na velocidade com que consegue transmitir informações. Quando falamos ou digitamos uma mensagem no celular, tudo o que pensamos precisa passar por um canal muito limitado. A velocidade dessa comunicação é de apenas cerca de 100 bits por segundo. Isso mesmo. Enquanto isso, os sistemas de inteligência artificial conseguem processar e transmitir quantidades gigantescas de informação no mesmo segundo, chegando a bilhões ou até trilhões de bits.
Para Elon Musk, o ser humano está preso a esse limite de velocidade e, sem essa fusão com as máquinas, ficaremos tão distantes da inteligência artificial quanto um gato está dos seres humanos hoje. Essa ideia de que o corpo humano é lento demais já chegou aos laboratórios militares.
Em projetos de defesa do Pentágono, nos Estados Unidos, engenheiros apontam que um piloto leva tempo demais para identificar uma ameaça, tomar uma decisão e apertar um botão. Todo esse movimento pode levar cerca de três segundos. Em uma guerra moderna, na qual a inteligência artificial controla as operações, esse tempo já é considerado longo demais. Por isso, eles desenvolvem capacetes e interfaces neurais que permitem a um soldado controlar enxames de drones diretamente com o cérebro, sem precisar movimentar os dedos. Nesse cenário, até os olhos e as mãos que Deus nos deu passam a ser vistos como limitações para a velocidade das máquinas.
Esses primeiros implantes em seres humanos já deixaram os laboratórios e chegaram também aos hospitais. A Neuralink, empresa de Elon Musk, já realizou mais de 20 implantes em pacientes nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e nos Emirados Árabes. Durante a cirurgia, um robô abre uma pequena parte do crânio e insere mais de mil eletrodos no tecido cerebral por meio de fios mais finos que um fio de cabelo.
O primeiro paciente a receber o implante foi Noland Arbaugh, um jovem que ficou tetraplégico depois de um acidente de mergulho. Ele contou que, nos primeiros dias com o implante funcionando, ficou acordado até as seis da manhã, jogando xadrez no computador apenas com a mente. Conseguia movimentar as peças na tela mais rápido do que muitas pessoas usando um mouse.
Outro paciente, Brad Smith, tem esclerose lateral amiotrófica e já havia perdido a capacidade de falar. Hoje, ele consegue editar vídeos sozinho e conversar com a ajuda de uma inteligência artificial que interpreta os sinais do cérebro e reproduz as palavras com a voz que ele tinha antes da doença.
Eu não estou aqui julgando uma pessoa paralisada que recorre à medicina para voltar a se comunicar ou controlar uma tela. Mas o próprio Elon Musk já deixou claro que esses pacientes são apenas o começo. A intenção da Neuralink é ir além do tratamento de doenças e oferecer novas capacidades a pessoas saudáveis.
Um dos projetos da empresa, chamado Blindsight, foi desenvolvido para tentar devolver a visão a pessoas cegas. Mas Musk também fala sobre a possibilidade de, no futuro, permitir que as pessoas enxerguem além dos limites naturais dos olhos humanos, como no infravermelho e no ultravioleta. E tem mais: o plano que Musk apresenta é conectar o chip diretamente à inteligência artificial, permitindo o que ele chama de telepatia digital. Assim, uma pessoa com o implante poderia transmitir pensamentos diretamente para outra, sem precisar falar.
A China também já concedeu a primeira aprovação comercial do mundo para um implante cerebral sem fio chamado NEO. O dispositivo foi desenvolvido por pesquisadores de Xangai e da Universidade Tsinghua. Ele tem o tamanho de uma moeda e fica implantado no crânio sem bateria interna nem fios aparentes. Com essa tecnologia, pessoas com paralisia já conseguiram voltar a segurar copos e comer sozinhas, controlando uma luva robótica apenas com o pensamento.
E agora, quando colocamos tudo isso diante da Bíblia, a raiz espiritual dessa ideia fica clara. A promessa de superar os limites do homem natural e transformá-lo em um ser que tudo vê e tudo sabe não é nova. Foi justamente essa a mentira que Satanás contou a Eva no jardim do Éden. Em Gênesis 3:5, a serpente diz que Deus proibiu o fruto porque sabia que, ao comê-lo, os olhos deles se abririam e eles seriam como Deus.
Esse é o mesmo argumento que aparece hoje no Vale do Silício. A Bíblia também diz que essa ambição de ocupar o lugar de Deus vai atingir seu auge nos últimos dias. Em 2 Tessalonicenses 2:3-4, Paulo fala sobre o homem da iniquidade, o anticristo, que vai se levantar contra tudo o que é chamado Deus e chegar ao ponto de se sentar no santuário e declarar que ele mesmo é Deus. Esse mesmo espírito de soberba aparece hoje na ideia de que o homem pode deixar para trás os limites da criação divina e criar um ser superior por meio da tecnologia.
E pense no que pode acontecer com quem se recusar a colocar um implante cerebral, seja por convicção religiosa ou por não querer entregar seus pensamentos a uma máquina. Se bancos, empresas e serviços passarem a exigir essa conexão para que as pessoas possam trabalhar e participar da economia, quem recusar o implante poderá ficar sem acesso a essas atividades.
Em Apocalipse 13, João descreve justamente um sistema em que ninguém poderá comprar ou vender sem receber a marca da besta.
Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta, ou o número do seu nome. (Apocalipse 13:16-17)
Mas será que podemos afirmar que os implantes cerebrais de hoje já são a marca da besta descrita em Apocalipse? Não, meus irmãos. E o motivo é que essa marca estará ligada à adoração da besta e à submissão ao governo do anticristo. Mas a integração cada vez maior entre o homem e a máquina pode preparar a estrutura tecnológica para um futuro sistema de controle. Se o acesso ao trabalho, às compras e às vendas passar a depender dessa conexão, uma autoridade mundial poderá usar essa rede para controlar quem participa da economia e quem fica de fora.
Por isso, a pergunta que eu deixo para você refletir hoje é muito séria: será que essa promessa de criar um ser humano superior não está preparando o mundo para aceitar o domínio do anticristo? Afinal, o inimigo não apresenta a escravidão como escravidão. Ele faz as pessoas enxergarem o controle como progresso.
Mas, se você pertence a Jesus Cristo, não precisa ter medo de ser visto pelo mundo como alguém comum ou de ficar para trás nessa corrida. Quem recusar essa fusão pode parecer fraco aos olhos dos homens, mas, para Deus, aqueles que permanecem firmes na fé são herdeiros do reino dos céus.
Em Filipenses 3, Paulo ensina que a nossa transformação não virá de chips implantados no cérebro, mas do próprio Jesus Cristo, que virá do céu e vai transformar nosso corpo corrompido pelo pecado para ser igual ao seu corpo glorioso. Por isso, não troque a liberdade da sua mente e a salvação da sua alma pelas promessas deste mundo. Vigie, proteja sua família, permaneça na Palavra de Deus e entregue sua vida a Jesus todos os dias, porque o seu futuro está nas mãos daquele que venceu o mundo. Amém.