Pastor Antônio Junior

Mensagens evangélicas, devocionais e perguntas e respostas do Pastor Antônio Junior.

NÃO FOI SÓ A FILHA DO ZEZÉ... MUITAS CRIANÇAS ESTÃO VENDO JESUS!

Autor: Admin

Publicado: 2026-11-02

Assistir no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=sbiYYXHVMSM

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Mensagem / transcrição

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Ô, gente, eu vou falar uma coisa aqui para vocês: Deus está usando as crianças para nos alertar sobre algo. Eu acabei de assistir a três vídeos que mexeram muito comigo. Vou compartilhar com vocês histórias de crianças que viram Jesus, viram Deus, viram os anjos.

Irmãos, nós precisamos olhar para as crianças. Jesus disse que, se não nos convertermos e não nos tornarmos como um desses pequeninos, não veremos o Reino de Deus. A Bíblia fala muito sobre termos um coração puro. O próprio Jesus disse: “Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus” (Mateus 5:8). Amém?

Muitas vezes, pensamos assim: “Ah, mas como é Deus? Como eu posso ver a Deus?”. Irmãos, podemos ver Deus agindo o tempo todo na nossa vida, no dia a dia. Mas isso vai acontecer quando o nosso coração estiver mais puro, mais purificado. E a Bíblia também diz, em Hebreus, que devemos nos esforçar para ser santos, porque sem santidade ninguém verá o Senhor (Hebreus 12:14).

Então, irmãos, precisamos urgentemente buscar uma vida de mais santidade, uma vida em que estejamos mais consagrados ao Senhor. Comece a fazer uma reflexão: qual foi a última vez que você fez um jejum, que renunciou à sua carne para fazer a vontade de Deus? Isso deve ser uma constância, deve ser um estilo de vida para nós. Amém?

Uma criança nos dá uma grande lição. No vídeo, alguém pergunta: “Está fácil?”. Ela responde: “Não”. “Não quer tirar?” “Não.” “Então tá bom.” Depois, a criança diz: “A igreja.” A pessoa responde: “A igreja não.” E a criança repete: “A igreja.” “Quem?” “Aleluia. Aleluia.” A pessoa comenta: “Do nada você falou ‘igreja’.” A criança continua: “Aleluia. Aleluia. Aleluia. Jesus está vindo.” “Está o quê?” “Jesus está vindo.” “É isso mesmo que você falou?” A pessoa pergunta novamente: “Ai, minha filha, está fácil?”. “Não.” “Não quer tirar?” “Não.” “Então tá bom.”

Gente, realmente é muito impressionante. As pessoas pensam: “Ah, a criança está repetindo o que a gente fala”. Mas é aí que está: a gente não fala essa expressão para ela. Eu falo muito de Deus. Todos os dias, a gente ora antes de ir dormir. Minha sogra me deu um olhinho de unção, que eu uso todas as noites antes de a gente dormir. Ela já pega o olhinho e fala: “Mamãe, benze, benze, unção”. Eu faço nela, a gente ora, né? Eu falo... A gente lê a Bíblia; tem uma Bíblia no quarto dela que ela adora pegar e ficar vendo. Ela fala de Moisés, fala de tudo. A gente conversa sobre isso todo domingo, né? Quando a gente está aqui, vai à igreja, mas não tem essa expressão: “Jesus está voltando”. Não é uma expressão que ela escuta. Então, não é uma coisa que a gente fala aqui em casa para ela: “Clara, Jesus está voltando”. Não. A gente fala de Jesus, que Jesus está no céu. Ela fala “Papai do Céu”, “Jesus”. Tem as historinhas, mas a gente não chega para ela e fala isso. É isso que nos surpreendeu: a fala dela e a forma como falou.

A gente estava filmando ela andando de salto. Ela colocou meu sapato, estava andando normalmente, e a gente estava filmando isso. Então, o contexto era totalmente diferente. Do nada, ela parou, olhou para a frente e falou: “Igreja, igreja não, aleluia!”. Começou a cantar e depois disse: “Jesus está vindo”.

Irmãos, isso aqui é para todo mundo. Nós precisamos parar de ficar focando só nas coisas terrenas. Eu me lembrei agora de Marta e Maria. A Bíblia diz que Jesus foi à casa delas, e Maria ficou aos pés de Jesus, aprendendo com ele, enquanto Marta ficou preocupada em arrumar a casa, em deixá-la mais limpa. Talvez ela tivesse uma boa intenção. Mas Jesus disse a Marta que ela andava preocupada e ansiosa com muitas coisas, sendo que somente uma era necessária; Maria havia escolhido a melhor parte, que não lhe seria tirada.

Jesus estava querendo dizer: “Olha, aproveite o tempo em que eu estou me manifestando, em que estou dando a chance de vocês aprenderem comigo. Busquem-me enquanto é tempo”. Amém? Nós ficamos preocupados com muitas coisas, irmãos, mas uma coisa só é necessária: aprendermos com Jesus, porque ele disse: “Eu sou manso e humilde de coração”.

Depois que assisti a esse vídeo, lembrei que minha filha teve uma experiência. Tenho certeza de que ela brincou com os anjos, sabe? Ela era muito novinha, e eu lembro que estava no celular, né? Como sempre, a gente se perde muito nisso. Eu estava no celular e percebi que ela estava inquieta, olhando para cima e brincando, olhando para o teto. Irmãos, passaram-se uns dois minutos em que ela ficou daquele jeito. Aí pensei: “Gente, está acontecendo alguma coisa aqui. Acho que ela está brincando com os anjos”. Então decidi filmar.

Esse pedacinho da filmagem é simplesmente o final da experiência, porque ela já estava havia dois ou três minutos brincando daquele jeito. No vídeo, alguém conta: “Dois, três, quatro”. Depois diz: “Contou até quatro. Muito bem, Pedro. Pode contar mais”. A criança conta: “Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete”.

Olha aí, gente. Ela não parava de apontar para cima e rir, sabe? Isso mexeu muito comigo naquela hora. Inclusive, depois dessa experiência, comecei a orar junto com ela e a agradecer a Deus, porque foi uma experiência que ela teve. Tenho certeza de que ela estava brincando com os anjos.

Eu sei que muitas pessoas têm tido experiências assim. Vi vários vídeos de criancinhas no YouTube, de crianças que também tiveram a experiência não só de ver um anjo, mas de receber uma revelação mesmo, sabe?

Olhando. Não, olhando para... Está olhando para ele. Onde é que ele está? Aonde? Ali fora. É só a gente ouvir ele, e aí ele sabe. Mamãe, você viu dois aviões passando? Eu vi dois aviões passando. Olha lá, vai passar mais um. Mais um. Só um. Uhum. Meu coração aqui dentro. Quem eu quero, Senhor?

What color were his eyes? What color were his eyes? Did you see them? Yeah. What color? What is it? Say it louder. I can hear you. What was it? Red and orange, like fire. Yeah. What did he do? He burned with fire. Burned with fire. Yeah. Did he talk to you? Yeah, he did. What did he say? Pray. To pray. Yeah. Why? Yeah. So much. “I love you so much. I love you so much.” Is that what Jesus said? Yeah. “I love you so much.” That is Jesus. He would say that: “I love you so much.” Jesus isn't here. Was he here earlier? Oh, yeah. But where did he go? The moon. To the moon.

Eu sonhei que Jesus estava voltando. Quando foi, meu filho?

Eu sonhei que vi a voz dele. Eu estava sentado assistindo e, do nada, minha avó olhou para o lado e viu estrelas formando o rosto dele. Ele é muito lindo. E a voz dele não é nem fina nem grossa; é tipo essas duas coisas.

Mas como é a voz dele? Tu já ouviu essa voz em algum canto?

Nunca. É uma voz que eu nunca ouvi. Também ouvi que, no julgamento, tinha até um portal para quem ia para o céu ou não ia.

Meu Deus, mas tu foi ao céu? Tu viu Deus?

Eu não sei, porque acordei. Mas ele falava contigo alguma coisa?

Só com milhares de pessoas que estavam lá.

E como tu sabia que era ele? Tu viu ele?

Mas eram estrelas.

Foi, meu filho. Tu ouviu a voz. E o que tu acha de tudo isso?

Jesus está voltando.

Jesus está voltando, né? E a voz dele é bonita?

É, filho. Tu nunca ouviu a voz dele. Meu Deus. Jesus está voltando, né, meu filho? Viu Deus? E como é que ele é? Ele é bonito? Onde é que era? Que lugar tu viu? Onde tu estava?

Em cima, filho.

É em cima do céu, filho. Tu viu que agora tu está aqui com nós? E aí ele deixou tu voltar?

Ele deixou eu voltar.

Então, canta. O que ele falou para ti? O que ele falou?

Que eu consigo.

Que tu consegue? Não sei. Não, mas o quê?

Na alma. Na alma de Deus.

Sim. Fala pro pai que o pai repete pra mãe. Vai.

Sim. Deus. Tô. Tu. Jesus.

Oh my God. Oh my God. Oh my God. Mama, do you not see his face? What? Do you not see his face? Are you being serious? I'm being serious. Do you not see his face? We see his face. Dude, that's unbelievable. It's right there. Seriously, it's right there. What? I think it looks like his face. You're going to have to show me where you're talking. I think I kind of see it.

Mãe, a senhora sabia que as trombetas vão tocar?

Por quê?

Porque tive o sonho da segunda trombeta. Eu estava na casa da minha tia, aí veio um som de trombeta de um sofá. Eu não sabia o que era. Não foi para ligar pra senhora. Aí eu fui olhar pela janela e tinha uma luz brilhando. Quando fui ver, tinha vários cavalos, e tinha um na frente que era Jesus. Eu sei que era Jesus, era igual Jesus, e tinha outros cavalos brancos atrás dele. Só que o que estava na frente, com Jesus, era muito bonito. Ele era branco. A senhora tinha que ver.

Mas eu creio que isso é um alerta de Deus. Creio que Deus vai vir e vai levar a gente à nossa igreja.

Trombeta... e eu estava orando com a minha mãe. Eu fui escrevendo, durante a oração, o que eu estava sentindo, que era um pensamento. Eu estava num campo, parecia meio que uma cidade, era um lugar que não tinha muito fim. Gente, não dava para ver o fim. Estava cheio de pessoas. Eu não consegui ver quem era, mas eram pessoas que eu conhecia e eu sentia alguma ligação, porque sabia que elas estavam ali, estavam me vendo. Tinha muita, muita gente. E eu estava olhando para uma coisa gigantesca. Era um trono. Acho que consigo desenhar.

Você desenha?

E ele era gigantesco.

Ele era normal?

Era um... Mas não era uma cadeira, era dourado. A coxa dele era meio vermelha, mas era dourado, brilhante. E vai até o chão. Não tem a perna da cadeira; é como se fosse um pano cobrindo, entendeu?

Uhum. Olha isso.

Acho que era de ouro, porque o brilho amarelo era muito forte. E aí estava sentado nele, e acho que era Deus ou Jesus. Ele estava sentado, descalço, com uma roupa branca, mas não era um branco muito branco; era um branco da cor do lençol, sabe? Tinha alguma coisa vermelha aqui, um cinturão. E estava com uma roupa até aqui, que era bem larga, sabe? Assim. E ela vem assim, aqui.

Eu sinto minha perna gelar e tremer. Ainda está tremendo o corpo?

Estou sentindo muito frio, meu Deus. Aí eu sentava na perna direita dele, aqui assim. Ele estava assim. Eu sentava bem aqui, à esquerda, e ficava com as pernas para o chão. Ele é muito alto. Deve ter três metros, porque eu sentava na coxa dele e ficava com a minha cabeça no peito dele.

Você estava pequenininha. Estava bem pequena, aconchegada.

Sim. E não eram só adultos que estavam comigo. Era um monte de pessoas, uma multidão, sabe?

Uhum.

Aí a gente estava lá, eu estava sentada, e sentia que ele me abraçava. Mas é um abraço que parece que pega o nosso corpo inteiro. Não é um abraço que pega só até aqui. É um abraço que pega o corpo inteiro, dos pés até aqui. E é uma coisa que parece um lugar seguro, um sentimento de que você está segura, que nada pode te abalar, nada pode te estragar.

Aquele sentimento... Parece que, nessa hora, se você sentisse um soco, não sentiria nada por causa da proteção. Aí eu parei de sentir esse sentimento e me deu um apagão. Depois, eu voltei como se estivesse... Não era que eu estivesse sentada nele, fazendo assim. Era como se eu estivesse num banco atrás do trono, passando a mão no cabelo dele, como se estivesse penteando o cabelo dele.

Ele estava aqui, com o rosto dele, e eu estava penteando os cabelos dele. Era meio encaracolado, meio cacheado, não era? Ondulado. Era ondulado e marrom, não castanho, marrom. E o olho dele não era escuro; era da minha cor. Eu estava passando a mão no cabelo dele. Parecia que eu estava passando a mão numa farinha, de tão sedoso e macio. Não era oleoso, era normal. Ele era bonito, tinha o cabelo mais ou menos do tamanho do meu. E ele era muito bonito, muito bonito.

A pele dele é inexplicável. É muito, muito macia. Parece que eu estou passando a mão numa nuvem, num algodão, num lençol. É incrível. Eu estava sentada, e ele estava rindo comigo. Nós dois estávamos muito felizes. Eu não conseguia parar de sorrir. Mesmo que eu tentasse, estava chorando muito e muito emocionada. Eu estava chorando de felicidade, com as lágrimas escorrendo. Todo mundo estava chorando quando sentia a presença das pessoas. Eu sentia que estava todo mundo chorando e rindo. Eu não conseguia parar de chorar. Tentava, mas não conseguia. Era um choro feliz.

Eu estava deitada, e você viu que eu estava chorando, porque tentava parar de chorar e de sorrir, mas não conseguia. Era uma coisa natural. Eu estava chorando, chorando, chorando, com uma lágrima atrás da outra. Não é um sentimento que eu já tenha sentido antes.

— Você nunca sentiu?

— Nunca senti. E preenchia...

Gente, eu não sei vocês, mas eu já tive muitas experiências assim, de ficar chorando e chorando de alegria. Quem olha de perto pensa: “Nossa, está acontecendo alguma coisa”. Inclusive, uma vez eu estava numa igreja e a presença de Deus estava tão forte que eu não parava de chorar. No final, umas cinco pessoas se aproximaram de mim e perguntaram: “Moço, está acontecendo alguma coisa na sua casa? Você está sofrendo muito?”. Eu falei: “Gente, eu estou sentindo a presença de Deus”. Então, eu consigo entender o que ela está passando e o que ela viu. As pessoas ficam na presença de Deus, naquele transbordar de alegria, sabe? E a Bíblia diz, em Isaías, que a alegria eterna coroará nossas cabeças. Então, irmãos, vale a pena perseverar, vale a pena estar com Jesus. Amém. Vamos continuar aqui.

— E preenchia o coração, te deixava feliz. Parecia que tinha alguém segurando meu coração e cuidando dele, sabe? Pondo uma cobertinha e tudo mais, dando chupeta, cuidando assim, sabe? Cuidando de mim. Eu estava chorando muito, um choro muito alegre. E estava rindo. Deus olhava para mim, olhava para todo mundo e sorria. Ele não estava chorando, mas estava sorrindo e dando risada. Todo mundo estava chorando e rindo. Eu estava chorando e rindo. Eu não conseguia parar. E eu ficava meio molhada, de tanto chorar. Eu estava rindo muito, mas também estava chorando.

Eu sentava nele e o abraçava. Entendi. Só que não era assim: ele me pegava inteira, como se eu fosse um bebê, e fazia uma proteção assim. Sim. Aí ele ria, punha a mão em mim, passava a mão no meu corpo e ficava feliz porque eu estava lá.

Na outra visão, aquela em que eu estava penteando o cabelo dele, mais ou menos, passando a mão no cabelo dele, foi muito lindo. Parecia que era um campo de futebol que não tinha fim. O teto não tinha fim, os lados não tinham fim, era tudo branco, e lá no fundo parecia haver algumas coisas com cores, parecidas com pessoas, mas bem longe. Eu não olhei para trás, mas sentia... Sabe quando você está indo assim, não ouve muita coisa, mas sente que tem muitas pessoas atrás de você, como no centro da cidade? Você sabe que tem gente atrás de você porque sempre tem gente no centro da cidade.

— Ah, está lotado o centro da cidade.

— Entendi. Você sabe que tem gente ali, mas não está olhando. Você sente a presença de várias pessoas. É como quando você sabe que tem gente porque vê, sabe que lá é um lugar muito povoado. Mas eu não sabia onde era, não sabia que lá tinha gente, mas sentia, igual quando estou no centro. Tinha gente de todas as formas. Eu sentia várias risadas, sabe? Risadas grossas, risadas finas. Tinha várias coisas lá, e não tinha fim. Era tudo branco e só tinha ele lá no meio.

— Foi uma experiência linda, foi? Foi forte, foi?

— Eu não sentia nenhuma dor, nenhum tipo de dor, nenhum tipo de tristeza. Só estava feliz porque estava com ele. Foi emocionante. Eu estava com ele, então foi muito bom.

— Agora você... Eu quero ficar com ele.

— Nossa, vamos ficar com ele logo. Ele vem buscar a gente.

— Eu quero continuar lá, naquele lugar, para abraçar Deus.

— Agora não, né, filha? Agora tem mamãe aqui, né? O papai.

— E vale a pena buscar Deus para ter essas experiências?

— Dá para as pessoas... Elas não vão falar que é mentira.

— Você parou de tremer. Está gelada. Vai dormir bem agora?

— Não, eu não quero dormir.

É, irmãos, vocês viram, né? Eu desejo toda sorte de bênçãos na vida dessa menina. E confesso que tenho orado muito, pedindo que Deus dê as mesmas experiências aos meus filhos. Você também pode orar pelos seus, porque, realmente, irmãos, quando a gente está na presença de Deus, parece que tudo perde o sentido, tudo perde o valor. Não é assim?

Já vi muitos casos de pessoas que estavam na UTI, no último momento, e tiveram experiências sobrenaturais. Muitas acabaram partindo com o Senhor. Tenho certeza de que elas só partiram porque Jesus deve ter perguntado: “Você quer ficar aqui na Terra ou quer vir comigo?”. E, irmãos, o convite de Jesus é irrecusável, sabe? Não tem o que dizer. O apóstolo Paulo disse que gostaria muito de ficar com eles, mas que estar com Cristo era infinitamente maior e melhor.

Só quem já teve uma experiência dessa magnitude sabe que é infinitamente melhor e maior. Amém? Que essas experiências sirvam para você também se sentir encorajado, porque hoje estamos passando por tantas lutas aqui na Terra, mas um dia isso vai passar. E a glória que nos está reservada não se compara aos sofrimentos deste mundo. Amém? Deus abençoe. Um grande abraço.