Mensagem / transcrição
ASSISTA NO YOUTUBE ► EU NÃO QUERO TE ASSUSTAR, MAS OLHA ESSAS COINCIDÊNCIAS...
Uma pesquisadora de apenas 28 anos deu entrada em um hospital no interior da Sibéria com os pulmões tomados por uma infecção fulminante. Em menos de 48 horas, ela havia falecido. Mas foi o que aconteceu logo depois que chamou a atenção: uma enorme operação de contenção foi acionada. Quase 200 pessoas foram isoladas, alas do hospital foram fechadas, uma maternidade da cidade entrou em quarentena e equipes de emergência foram enviadas de Moscou.
Pouco depois, porém, as autoridades vieram a público e disseram que não havia motivo para preocupação. Segundo a versão oficial, tratava-se apenas de uma pneumonia de causa desconhecida. Mas pense comigo: se era apenas isso, por que uma operação de contenção desse tamanho? E, principalmente, o que realmente havia no lugar onde essa jovem trabalhava?
Tudo aconteceu na cidade de Shelekhov, na região de Irkutsk, em uma das áreas mais isoladas e geladas da Sibéria. A jovem se chamava Daria Chipilova. Ela era técnica e pesquisadora de uma instituição estatal muito específica: o Instituto de Pesquisa Antipeste da Sibéria e do Extremo Oriente. Esse não é um laboratório comum de análises clínicas. É um centro de referência criado pelo governo para guardar, estudar e monitorar alguns dos agentes biológicos mais letais do planeta, incluindo a bactéria causadora da peste.
No dia 30 de setembro, Daria começou a passar mal durante o expediente. Pouco tempo depois, foi levada ao hospital regional com febre alta e insuficiência respiratória grave. O quadro se agravou tão rápido que os médicos precisaram colocá-la em ventilação mecânica quase imediatamente, mas ela não resistiu e faleceu.
Em vez de liberarem o corpo e tratarem o caso como uma complicação médica habitual, as autoridades responderam com medidas sanitárias imediatas e implacáveis. O hospital onde ela faleceu foi isolado. Setenta funcionários do próprio instituto onde ela trabalhava foram retidos dentro do edifício, dormindo em cadeiras e no chão, enquanto soldados e barreiras de controle impediam qualquer pessoa de entrar ou sair. Ao todo, cerca de 200 pessoas que tiveram qualquer tipo de contato direto ou indireto com a jovem foram colocadas sob quarentena severa.
Enquanto a cidade vivia esse clima de emergência, os comunicados oficiais começaram a contar histórias completamente diferentes. A agência russa de vigilância sanitária, a Rospotrebnadzor, declarou que a situação epidemiológica estava estável e que a técnica havia morrido de pneumonia de etiologia desconhecida. Pouco tempo depois, outro porta-voz sugeriu que ela poderia ter voltado de uma viagem à Tailândia, enquanto outra autoridade regional mencionou uma visita à fronteira da Mongólia. Para aumentar ainda mais o mistério, o próprio governador de uma república vizinha chegou a admitir, em uma rede local, que ela teria sido infectada por uma forma de peste.
Mas por que tantas versões para uma mesma morte? E, se o governo afirmava que não havia nenhum perigo para a população, por que tanta pressa em trancar alas do hospital e testar dezenas de médicos e enfermeiros?
Foi aí que a história começou a vazar, e os relatos que vinham de dentro do laboratório desmentiram a versão oficial. Segundo fontes independentes da região, Daria não pegou uma infecção qualquer na rua. Dentro do laboratório, ela teria deixado cair e quebrado um tubo de ensaio que continha a bactéria Yersinia pestis.
Para você entender a gravidade disso, estamos falando exatamente da mesma bactéria da peste negra, a doença que varreu a Europa na Idade Média e matou dezenas de milhões de pessoas. Só que existe um detalhe ainda mais aterrorizante que quase ninguém percebeu. Aquela peste do passado dependia de picadas de pulgas em animais para passar para o ser humano. Mas as cepas guardadas e estudadas nesses laboratórios de alta contenção atacam diretamente o pulmão. Ela se torna a peste pneumônica, um mal que passa pelo ar, pela tosse e pela respiração e pode matar uma pessoa saudável em menos de 48 horas.
Para quem conhece o histórico da região, essa tentativa de minimizar um acidente biológico traz lembranças muito ruins. A Rússia tem um longo histórico de pesquisas secretas herdadas do período soviético, quando operava um gigantesco programa clandestino de armas biológicas, conhecido como Biopreparat.
Em abril de 1979, na cidade de Sverdlovsk, aconteceu um dos piores vazamentos biológicos documentados da história moderna. Uma fábrica militar secreta de antraz liberou esporos mortais na atmosfera simplesmente porque um funcionário retirou um filtro de ar que estava entupido e não colocou outro no lugar. Durante mais de 13 anos, o governo soviético negou qualquer vazamento. Culpou comerciantes locais e disse que as pessoas estavam morrendo por comer carne estragada. Apenas em 1992, depois do fim da União Soviética, o governo finalmente admitiu que se tratava de uma instalação militar de armas biológicas e que a nuvem de esporos havia matado dezenas de civis inocentes.
Por isso, quando um acidente assim é registrado em um laboratório siberiano e as autoridades começam a se contradizer, as pessoas não veem o caso como algo isolado. O presidente Donald Trump veio a público dizer que estava monitorando a situação de perto e pediu que os americanos evitassem viajar para a Rússia. E esse clima de desconfiança não vem de agora.
O bilionário Bill Gates afirmou, em várias declarações públicas, que há entre 10% e 15% de chance de o mundo enfrentar uma nova pandemia nos próximos anos. Ele alertou que ela pode ser muito pior do que a COVID se não estivermos mais preparados do que estivemos da última vez.
No meio cristão, o pastor Ezequiel Silva, conhecido na internet por profecias que ganharam repercussão, inclusive uma sobre a tragédia da cantora Marília Mendonça, afirmou publicamente que a humanidade enfrentará em breve um surto sem precedentes, provocado por uma bactéria tão agressiva que nem a própria medicina conseguiria combater. Segundo ele, a Terra passaria por momentos terríveis por causa dessa nova enfermidade.
E tem mais. Poucos dias antes de esse caso vir a público na Sibéria, Taylor Swift lançou um videoclipe chamado Paciente Zero. O clipe começa em um cenário coberto de neve, com a cantora diante de uma lápide. Logo depois, a câmera revela uma quantidade enorme de túmulos espalhados pelo cenário. Em determinado momento, aparece no próprio clipe a referência a uma pessoa que teria morrido de uma doença misteriosa. Em outra cena, algo é derrubado e se quebra no chão, espalhando um líquido.
Mas o que mais alimentou as especulações foi a própria data do lançamento. Internautas perceberam que o clipe havia sido lançado exatamente 6 anos, 6 meses e 6 dias depois de 19 de março de 2020, data em que a Califórnia emitiu sua primeira ordem estadual de confinamento durante a pandemia. Foi justamente essa sequência de coincidências que alimentou uma teoria ainda maior: a de que certos acontecimentos que chocam o mundo já seriam conhecidos antecipadamente por pessoas muito poderosas e, de alguma forma, acabariam sendo expostos na cultura popular dias, meses ou até anos antes de acontecerem.
Mas, irmãos, prestem muita atenção no que vou dizer agora. Nós precisamos colocar os pés no chão. É muito comum o ser humano buscar padrões e achar profecias ocultas em músicas, filmes e desenhos animados. Isso acontece porque a nossa sociedade vive debaixo de um medo constante. E, quando uma pessoa não tem a base da sua fé firmada em Deus, começa a enxergar previsões em qualquer videoclipe.
E o que sabemos de concreto sobre o caso da Sibéria até este momento? Os exames apresentados posteriormente pelas agências de saúde indicaram que, felizmente, os contatos isolados testaram negativo para a peste e que a maioria das pessoas que estavam em observação foi liberada da quarentena. A transmissão comunitária parece não ter acontecido, e o surto inicial foi contido dentro daquele raio geográfico.
Mas, mesmo que esse caso específico tenha sido controlado, a pergunta que precisa ficar na nossa mente é outra: até quando a humanidade vai conseguir brincar com o perigo sem que um desastre aconteça? O que aconteceu em Shelekov expôs a fragilidade do ser humano. Bastou a morte de uma jovem pesquisadora para que o caos se instalasse. O homem moderno se gaba de sua tecnologia, de suas armas e de suas pesquisas científicas, mas continua completamente vulnerável a organismos invisíveis a olho nu.
E é aqui que precisamos abrir a Palavra de Deus e olhar para esse cenário com discernimento espiritual. Há dois mil anos, quando os discípulos estavam no monte das Oliveiras e perguntaram a Jesus quais seriam os sinais da proximidade da sua volta e do fim dos tempos, o Senhor deu uma resposta muito clara. Em Mateus 24, Jesus falou de fomes, terremotos em vários lugares e pestes, e disse que tudo isso seria o início das dores (Mateus 24:7-8).
Jesus não disse que as pestes e as enfermidades deixariam de existir com o avanço da ciência. Pelo contrário, avisou que esses eventos fariam parte do cenário que antecede o fim. O que estamos vendo no mundo hoje são pequenos avisos de que este planeta não nos traz segurança nenhuma e de que a criação inteira está gemendo.
Por isso, o conselho que a Bíblia nos dá é nunca colocarmos a nossa segurança nos governos terrenos, nos muros dos laboratórios nem na capacidade dos homens. O salmista escreveu um alerta muito precioso no Salmo 146: não devemos confiar em príncipes, em meros mortais, que não têm poder para salvar. Quando o espírito deles se vai, voltam ao pó; naquele mesmo dia, perecem os seus planos (Salmo 146:3-4).
A ciência pode produzir remédios e buscar curas, e nós agradecemos a Deus pela medicina. Mas os governantes também usam esse conhecimento para alimentar ambições perigosas. A história soviética já provou isso no passado, e as potências atuais continuam caminhando nessa mesma corda bamba.
Mas você que serve a Deus não precisa viver paralisado pelo pavor de cada notícia ou boato que aparece. Quando surgirem diante dos seus olhos alertas sobre novas pestes e vazamentos, lembre-se da promessa que está no Salmo 91: aquele que habita no abrigo do Altíssimo e descansa à sombra do Todo-Poderoso não precisa temer a peste que se move sorrateira nas trevas nem a praga que devasta ao meio-dia (Salmo 91:1, 6).
Esses acontecimentos servem como um despertador para a nossa caminhada com Deus. Eles nos mostram que a vida nesta Terra é passageira e que o nosso refúgio precisa estar firmado na rocha, que é Jesus Cristo. Amém.
Eu sou o pastor Antônio Júnior. Que Deus te abençoe.