Mensagem / transcrição
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Irmãos, vi uma coisa aqui na internet que confesso que me deixou bem preocupado e confuso. Mas quero deixar claro que este vídeo é um alerta para todo cristão, seja evangélico, católico ou qualquer pessoa que ama a verdade da Palavra de Deus e coloca a Bíblia acima das opiniões e, principalmente, das tradições. Então, quero que você tenha muita maturidade espiritual para entender o que vou apresentar aqui. Estou dizendo isso porque vou falar um pouco sobre o papa, mas, como eu disse, este é um alerta para todo cristão verdadeiro. Amém?
Primeiro, o papa Leão XIV. Você sabe que ele é o líder máximo da Igreja Católica Romana. Aqui, percebemos que ele está tirando os sapatos e entrando descalço na terceira maior mesquita do mundo. Isso aconteceu agora, na Argélia. Irmãos, até aí você olha e pensa: “Poxa, pastor, mas isso é um grande gesto de respeito, é diplomacia, é totalmente normal”.
Só que eu também pensei assim, até pesquisar mais a fundo e analisar o país, a Argélia. Então descobri uma coisa que não faz sentido. Preste atenção neste dado: a Argélia tem 48 milhões de pessoas. E sabe quantos católicos há lá? Menos de 10 mil, ou seja, 0,01%. E todas, irmãos, absolutamente todas as igrejas evangélicas — que, no total, eram 47 — foram fechadas pelo próprio governo enquanto o papa caminhava por aquela mesquita.
Então, espera aí: o papa vai até lá, tira os sapatos e prega o respeito entre as religiões. Mas, no mesmo país em que ele está fazendo isso, o cristão não pode nem abrir a porta de uma igreja. E, quando falo “cristão”, é porque eles também não respeitam a religião católica, certo? Isso me pareceu tão contraditório que comecei a analisar a questão mais profundamente. E o que encontrei foi muito maior do que eu pensava.
Agora, vamos lá: o papa foi àquela mesquita na Argélia, mas não foi a primeira vez. Em novembro de 2025, esse mesmo papa, Leão XIV, entrou descalço na Mesquita Azul, em Istambul. Antes dele, o papa Francisco fez exatamente a mesma coisa na mesma mesquita, em 2014. E, antes do papa Francisco, também houve Bento XVI, em 2006.
Irmãos, três papas, três visitas a mesquitas em sequência. Isso não é coincidência, porque, quando três líderes consecutivos de uma instituição muito grande fazem o mesmo gesto simbólico, isso tem um nome: é um projeto que estão realizando. E esse projeto, na verdade, já tem nome, data e até endereço.
Olha só: em 4 de fevereiro de 2019, o papa Francisco e o grande imã de Al-Azhar, que é a maior autoridade do islamismo sunita no mundo, assinaram juntos um documento chamado Declaração sobre a Fraternidade Humana. Há um trecho que preciso que você leia comigo, porque é muito importante. O documento diz que a diversidade de religiões é uma sábia vontade divina.
Vou explicar isso em palavras simples. O documento que o papa assinou diz que Deus quis que existissem várias religiões. Entenda isso: todas as religiões são planejadas. Então, se Deus as planejou, elas são legítimas e nenhuma delas pode dizer que é a única opção, o único caminho. Deu para entender a gravidade disso?
Porque, quando começamos a ler a Bíblia, logo percebemos que Jesus foi na contramão disso. Ele foi totalmente contrário a essa ideia. Tanto é que, em João 14:6, ele disse que é o caminho, a verdade e a vida, e que ninguém vai ao Pai a não ser por ele.
Inclusive, Satanás, que é o príncipe deste mundo, trabalha para enganar as pessoas, para que elas não conheçam a revelação de que Jesus é o Filho de Deus. Então, o inimigo vai fazer de tudo para que acreditemos que não existe uma verdade absoluta, que não existe apenas um caminho, mas várias opções. Mas Jesus deixou claro: ele é o caminho, ou seja, o único caminho.
De um lado, você tem o líder da maior igreja do mundo assinando que todas as religiões são da vontade de Deus, certo? Do outro lado, tem o próprio Jesus dizendo que só existe um caminho. Ou seja, agora você deve decidir em que vai acreditar, certo?
Mas, irmãos, não parou por aí, porque, depois da assinatura, as coisas começaram a se tornar realidade. Cinco meses depois do documento, criaram um comitê: o Comitê Supremo da Fraternidade Humana, com representantes católicos, muçulmanos e judeus. Em 2023, inauguraram em Abu Dhabi a Casa da Família Abraâmica. É um complexo com uma mesquita, uma igreja e uma sinagoga, tudo no mesmo terreno, lado a lado e do mesmo tamanho. A igreja desse lugar se chama São Francisco, em homenagem ao papa que assinou o documento.
Agora, olhe bem para esta foto. A igreja católica construída em homenagem a um papa não tem uma cruz. E a cruz, como sabemos, é o símbolo mais importante do cristianismo. Não porque Jesus esteja pregado na cruz, mas porque ali Deus concretizou o plano que tinha para a humanidade: o justo morreu pelo pecador, e Jesus derramou seu sangue puro e perfeito em favor de nós, que merecíamos a condenação eterna. Jesus foi o sacrifício perfeito naquela cruz.
E por que não há uma cruz nessa igreja? Porque, no Oriente Médio, a cruz não é aceita. É aqui que a coisa fica séria, irmãos. Porque, para unificar tudo, alguém precisa abrir mão de alguma coisa.
E percebe quem está sempre tendo que abrir mão? É isso mesmo: primeiro, eles aceitam que todas as religiões são da vontade de Deus; depois, tiram a cruz. E o que vem depois? Tiram o arrependimento, o sangue de Jesus que nos purifica de todo pecado e a ressurreição. Aí chega um ponto em que você tem que parar e pensar: “Ué, mas assim não dá para continuar. Ou eu sigo a Bíblia, ou sigo a tradição, ou sigo os planos humanos”, entendeu? Porque a gente vai percebendo que tudo vai ficando estreito.
Essa ideia de unificar religiões, na verdade, já tinha sido profetizada na Bíblia. Eu não sei se você sabia disso, mas vou mostrar que existe, sim, um plano sendo arquitetado sem que a gente perceba. Mas, primeiro, vou mostrar algo muito interessante. Vou criar aqui uma linha do tempo para você perceber o que está acontecendo.
Em 1986, o papa João Paulo II reuniu líderes de todas as grandes religiões do mundo em Assis, na Itália, para orar juntos pela paz. No ano 2000, a ONU sediou um encontro de cúpula com líderes religiosos e criou o Conselho Mundial dos Líderes Religiosos. O objetivo muito claro desse conselho, segundo a própria carta de constituição, era servir como modelo e guia para a criação de uma comunidade mundial de religiões.
Então veio 2019, com a assinatura da Declaração da Fraternidade Humana, e, em 2023, a inauguração da Casa da Família Abraâmica, de que falei para você, onde há uma mesquita, uma igreja e uma sinagoga. E agora, em 4 de fevereiro, a ONU proclamou o Dia Internacional da Fraternidade Humana.
Então pare e pense numa coisa: já tem data no calendário, já tem um prédio construído, já tem uma organização com orçamento, já tem a proibição da cruz, que é o símbolo principal do cristianismo, o que tem mais simbolismo e não só simbolismo, mas também um significado profundo, OK? E, então, se você conhece um pouco da Bíblia, já entendeu onde está o perigo nisso tudo, porque o apóstolo Paulo escreveu lá em 2 Tessalonicenses, capítulo 2:
Ninguém de maneira alguma vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou se adora, de sorte que se assentará como Deus no templo de Deus, querendo parecer Deus. (2 Tessalonicenses 2:3-4)
Calma aí, irmãos, vou simplificar para vocês entenderem. Aqui Paulo está dizendo o seguinte: antes de o anticristo aparecer, virá a apostasia. No original, a apostasia significa divórcio. É como se a igreja abandonasse a verdade. É como se um líder que precisasse defender a fé acabasse, na verdade, negociando essa fé.
E não estou falando só do catolicismo, porque a gente vê isso também no meio evangélico. A gente percebe claramente que muitos já estão se divorciando da fé. Já não querem mais seguir a Palavra e começam a acrescentar coisas, tudo aquilo que a gente sabe que não está de acordo com a Palavra.
E aí, irmãos, a Bíblia fala sobre Apocalipse, capítulo 13. Lá fala sobre duas figuras. A primeira é o anticristo, que um dia terá poder sobre todas as nações. A segunda figura é a de um líder religioso. Não sou eu quem está dizendo; você pode ler na sua própria Bíblia. A Bíblia conta que esse líder religioso será o falso profeta e que anunciará o anticristo. Assim como o Espírito Santo anuncia Jesus, o falso profeta convencerá as pessoas a adorarem a besta, que é o anticristo.
Esse falso profeta terá aparência de cordeiro, de uma pessoa mansa e pacífica. Ao mesmo tempo que tiver essa aparência de santidade, na verdade, conduzirá as pessoas para longe de Jesus Cristo. Como eu disse para você, Jesus é o único caminho, e é por isso que as pessoas odeiam Jesus, porque, na verdade, ele está vivo. Se Jesus estivesse morto, com certeza ninguém falaria dele. Mas, já que ele está vivo, o diabo, que é o governador deste mundo hoje, o príncipe deste mundo, fará de tudo para que as pessoas ignorem essa verdade. Ele tentará de todas as formas. Inclusive, a Bíblia diz que o espírito do anticristo já está operando neste mundo.
Então, não estou dizendo aqui, irmãos, de maneira nenhuma, que o papa é o anticristo, que o papa é o falso profeta. Não tem nada disso.
Eu estou querendo mostrar para você que existe um mecanismo, um plano que está sendo arquitetado. Muitas vezes, ele vem com esse discurso religioso bonito, de unificação, de paz. Só que a gente sabe que há coisas com as quais não dá para ter comunhão. É como se fosse um jugo desigual: não há comunhão entre Cristo e Satanás, entre a luz e as trevas, entre o crente e o incrédulo. E como é que você vai ter comunhão com uma religião que considera a gente infiel, alguém que não tem parte com eles, que não tem nenhum vínculo?
Eu estava analisando a Constituição da Argélia e achei uma coisa muito interessante: ela foi reformada em 2020 e removeu qualquer menção à liberdade de consciência. Só para você ter noção, um pastor chamado Iosef Oramani foi condenado à prisão por conduzir cultos cristãos. E não só ele está preso: importar Bíblias é crime hoje lá na Argélia, evangelizar é crime, e converter-se do islamismo ao cristianismo pode levar você a um tribunal.
Em março deste ano, um mês antes da visita do papa, o Conselho de Direitos Humanos da ONU ouviu cristãos perseguidos na Argélia. Um dos especialistas que esteve no evento resumiu tudo em uma única frase. Ele disse: “Nós observamos um duplo padrão: uma demonstração de abertura para o exterior, mas uma política de controle e restrição mantida internamente”.
Ou seja, ao mesmo tempo que eles querem o cristianismo, não querem o cristianismo de verdade. Querem um cristianismo mais light, mais leve, que não fale sobre Jesus, que fale sobre paz, amor, fale sobre Deus, mas nunca sobre o Filho de Deus e, principalmente, nunca o trate como Salvador.
Então, irmãos, eu sei que muita gente envolvida em tudo isso, às vezes, nem está com má intenção. Mas, como eu disse para você, é algo sutil, algo que o inimigo vai trabalhando de tempos em tempos, principalmente agora que nós sabemos que chegou o fim dos tempos. É aí que o inimigo vai trabalhar muito com coisas que nos agradam. Quem não quer paz? Fala a verdade. Quem não quer fraternidade, quem não quer união neste tempo de tanta disputa, de tanta polarização?
Mas, irmãos, o perigo não é alguém chegar e falar assim: “Eu odeio Jesus, eu nego Jesus”. Não é nada disso, porque isso é fácil de identificar. O perigo é alguém chegar e falar que Jesus é um dos caminhos, que foi um homem bom, muito inteligente, revolucionário, mas nunca reconhecê-lo como o Filho de Deus encarnado, o próprio Deus que se encarnou em forma humana.
Irmãos, esse é o centro do evangelho. E muitas pessoas estão nas igrejas. Tenho percebido isso com muita clareza: as pessoas estão nas igrejas, conhecem a Bíblia, sabem os louvores, gostam das pregações, mas ainda não se entregaram de verdade a Jesus. Ainda não fizeram aquela declaração que o apóstolo Pedro fez, dizendo que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo. Enquanto você não reconhecer isso, não está salvo e não tem o Espírito Santo dentro de você.
Mas, ao mesmo tempo, a Bíblia diz, em Romanos 10:9, que, se você confessar com a sua boca que Jesus Cristo é o Senhor e crer no seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, então você está salvo. Amém?
Então, meu conselho para você é: arrependa-se dos seus pecados, busque uma vida de santidade, de intimidade e de obediência. Aí, sim, você vai estar demonstrando publicamente que já crê em Jesus no seu coração. Amém?
Deus abençoe. Um grande abraço.