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ASSISTA NO YOUTUBE ► ELES DESAFIARAM A DEUS A VIDA INTEIRA... MAS NÃO ESPERAVAM POR ESSE FINAL!
Você já parou para pensar no que alguns dos maiores ateus do mundo falaram nos momentos finais da vida? Eu me refiro a filósofos e escritores que passaram a existência inteira afirmando que Deus não existe. Homens que diziam que a fé não passava de uma ilusão e que a morte representava simplesmente o fim de tudo. Eles publicaram livros, deram palestras em universidades famosas e convenceram milhões de pessoas ao redor do mundo de que a religião era um grande engano. Só que, quando a hora deles chegou, alguns desses homens deixaram frases registradas que até hoje provocam debates em universidades no mundo todo. Entre essas histórias, tem um caso em especial que pode mudar completamente a forma como você enxerga o ateísmo. Então vamos lá.
1) Christopher Hitchens
O primeiro ateu é Christopher Hitchens. Esse homem foi um jornalista e escritor britânico-americano que se tornou uma das vozes mais influentes do ateísmo moderno. Ele publicou livros que foram traduzidos em dezenas de países, defendendo a ideia de que a religião envenena tudo e que qualquer pessoa que buscasse a Deus estaria apenas se enganando. Ele participava de debates com padres, pastores e teólogos diante de grandes audiências, e isso o tornou muito conhecido.
No ano de 2010, ele recebeu o diagnóstico de câncer de esôfago. E existe um detalhe que quase ninguém menciona: anos antes, o próprio pai dele havia morrido exatamente da mesma doença, no mesmo lugar do corpo. Durante o tratamento, ele deu uma entrevista e afirmou que a doença tinha aumentado ainda mais o seu desprezo pela religião. Mas, logo depois, disse algo que chamou a atenção de todos. Ele admitiu que agora entendia perfeitamente por que tantas pessoas buscam consolo em Deus quando a morte se aproxima. Disse que essa necessidade existe de verdade e que os seres humanos recorrem a Deus porque sentem falta de algo que vai além da razão.
Irmãos, reparem no que aconteceu ali. Um homem que passou a vida dizendo que essa busca era sinal de fraqueza acabou reconhecendo que dentro do ser humano existe uma necessidade real. Ele ainda chamou isso de ilusão, mas, mesmo assim, reconheceu que essa necessidade é verdadeira e profunda.
E tem mais. Antes de morrer, ele escreveu em um livro que, se algum dia alguém dissesse que ele havia se convertido, não era para acreditar. Afirmou que, nesse caso, seria porque já não estaria no controle do que estava dizendo, como se fosse uma confusão da mente diante da morte. E isso revela algo sério. Mesmo diante da morte, o ser humano ainda pode se apegar ao próprio orgulho e se recusar a reconhecer a verdade. Foi exatamente o que aconteceu com um dos criminosos na cruz ao lado de Jesus. Mesmo sofrendo, à beira da morte, ele preferiu zombar de Jesus em vez de reconhecer quem ele era.
2) Jean-Paul Sartre
O segundo ateu é Jean-Paul Sartre. Ele foi considerado por muitos o filósofo mais importante do século XX. Era francês e ficou conhecido por defender uma ideia bem direta: não existe criador, não existe propósito e não há nada antes de nós. Segundo ele, o ser humano simplesmente aparece no mundo por acaso, sem origem definida e sem destino final. A partir daí, cada pessoa precisa dar sentido à própria vida. Na visão desse homem, acreditar em um Deus criador seria uma forma de escapar da responsabilidade de existir.
Ele passou décadas defendendo isso, escreveu livros, influenciou universidades e formou gerações de pensadores. Só que, em 1980, poucos meses antes de morrer, Sartre teve várias conversas com seu secretário pessoal. Esses diálogos foram publicados depois em uma das revistas mais importantes da França. Nessas conversas, ele disse algo completamente diferente do que ensinou a vida inteira. Afirmou que não se via mais como alguém que surgiu por acaso, nem como uma simples partícula perdida no universo. Pelo contrário, disse que se via como alguém que havia sido esperado, preparado, pensado antes de existir. E reconheceu que isso apontava para a existência de uma mão criadora.
Ou seja, o mesmo homem que ensinou por décadas que somos apenas acidentes acabou dizendo, no fim da vida, que se sentia como alguém que foi planejado. A reação foi muito forte. Simone de Beauvoir, que viveu ao lado dele por muitos anos e compartilhava da mesma filosofia, disse que aquilo era coisa de alguém que já não estava bem da cabeça. Os seguidores dele também não aceitaram bem. Muitos ficaram em choque porque aquilo ia contra tudo o que ele havia ensinado.
E isso mostra algo bem claro. Não foi alguém de fora que o influenciou. Foi ele mesmo, no fim da vida, percebendo que aquilo que ensinou não era verdade. Depois de tantos anos defendendo essa ideia, pelo menos ele reconheceu. Quem sabe, naquele momento, ele não tenha buscado a Deus e pedido misericórdia? Isso a gente não pode afirmar. Mas uma coisa é certa: no final, ele já não pensava mais como antes.
3) Stephen Hawking
O terceiro ateu é Stephen Hawking. Esse caso é diferente dos dois anteriores, porque não estamos falando de um filósofo distante, mas de um dos cientistas mais conhecidos do mundo atual. Hawking foi um físico britânico que ficou famoso por usar uma voz eletrônica na cadeira de rodas e pelos livros que venderam milhões de cópias. Ele se tornou um símbolo da razão acima de tudo.
Em entrevistas, ele dizia que o cérebro é como um computador que simplesmente para quando quebra. Também afirmava que o céu e a vida após a morte são apenas histórias criadas por pessoas com medo. E, no último livro, publicado após sua morte, em 2018, escreveu claramente que Deus não existe e que ninguém controla o universo. Até aqui, tudo segue exatamente o que ele sempre defendeu. Mas existe um lado dessa história que quase ninguém comenta. A primeira esposa dele, Jane Wilde, era uma cristã de verdade. Não só de nome.
Ela orava, frequentava a igreja e vivia a fé no dia a dia. Mas, durante 25 anos de casamento, Hawking zombava abertamente da fé dela. Em uma ocasião, durante uma viagem a Jerusalém, Hawking declarou à imprensa que era ateu, mesmo sendo casado com uma mulher cristã. Jane já sabia disso, mas ficou abatida, não por causa da posição dele, mas pela forma desrespeitosa como ele a expôs. Na verdade, ele sempre tratou a fé dela com desprezo, mesmo sabendo o quanto aquilo era importante para ela.
Em 1985, Hawking estava na Suíça quando, de repente, teve uma pneumonia muito grave e entrou em coma. Os médicos ligaram para Jane e disseram que não havia mais o que fazer. Perguntaram se ela autorizava desligar os aparelhos e, na mesma hora, ela disse que não. Os médicos então fizeram uma cirurgia de emergência na garganta para permitir que ele respirasse. Isso salvou a vida dele, mas fez com que perdesse a fala. Aquela voz eletrônica que o mundo inteiro conhece só existe porque alguém decidiu não desistir dele.
Depois, a própria Jane disse em uma entrevista que, sem a sua fé, não teria suportado tudo aquilo. Ou seja, o homem que zombava da fé teve a própria vida sustentada por alguém que vivia essa fé todos os dias.
E tem mais um detalhe curioso. Um dia, Jane perguntou a Hawking como ele escolhia suas teorias científicas. Ele explicou todo o processo e, no final, disse que o cientista precisa dar um salto de fé. Então ela perguntou: “Qual é a diferença entre o seu salto de fé na ciência e o salto de fé de quem crê em Deus?” Hawking riu, mas não respondeu.
E o último detalhe chama a atenção. No dia do funeral dele, a família pagou uma refeição de Páscoa para 50 moradores de rua dentro de uma igreja em Cambridge. Cada mesa tinha um bilhete dizendo que aquele almoço era um presente da família Hawking. Durante o funeral, foi lido o livro de Eclesiastes, e ele foi enterrado na Abadia de Westminster, ao lado de Isaac Newton. O homem que disse que Deus não existe foi despedido com a Bíblia sendo lida dentro de uma igreja, no dia da Páscoa, enquanto pessoas necessitadas eram ajudadas.
E existe ainda um filósofo ateu chamado Thomas Nagel, que surpreende de uma forma diferente. Isso porque ele fez uma confissão forte em seu livro, no auge da carreira. Thomas Nagel é professor em uma das universidades mais respeitadas dos Estados Unidos e é considerado um dos filósofos mais influentes da atualidade. Ele é ateu, mas o que escreveu não foi apenas uma opinião: foi algo pessoal. Disse que não era só uma questão de não acreditar em Deus. No fundo, queria que Deus não existisse e chegou a dizer que não queria que a vida e o universo fossem assim.
Em uma entrevista, disse que essa posição não vinha só da razão, mas também de seu lado emocional. Ele chamou isso de problema da autoridade cósmica. Em outras palavras, não gostava nem concordava com a ideia de ter que prestar contas a um ser superior.
Irmãos, há 2.000 anos, o apóstolo Paulo escreveu em Romanos 1 que as pessoas não rejeitam a Deus por falta de evidências, mas porque não querem se submeter a ele. E esse ateu, Thomas Nagel, é um exemplo claro de alguém que escolheu rejeitar o Criador.
Antes de tudo, preciso deixar algo claro. Não estou dizendo que essas pessoas foram condenadas ao inferno, porque isso a gente não tem como saber. Mas esses casos mostram outra coisa: dentro de todo ser humano existe algo que a razão sozinha não consegue explicar. É aquela sensação de que há algo além desta vida. E até mesmo os homens mais inteligentes do mundo, quando chegam perto do fim, não conseguem ignorar isso.
Mas a reflexão aqui não é sobre eles; é sobre você. Porque esse incômodo que muitas pessoas sentem não é falta de prova, é resistência. No fundo, o ser humano não tem dificuldade apenas em acreditar. Tem dificuldade em aceitar que existe alguém acima dele e que um dia terá que prestar contas a esse Deus.
A Bíblia diz que todos nós somos pecadores e, por isso, estávamos condenados eternamente. Mas Deus nos amou de tal forma que enviou seu Filho Jesus para morrer na cruz pelos nossos pecados e nos dar a salvação. E ele pede apenas que você se arrependa e creia nele como seu Salvador. Arrependimento não é perfeição; é reconhecer que precisa de Deus para tudo. E fé não é entender tudo; é confiar naquele que venceu o pecado, a morte e este mundo.
E, se você está ouvindo isso agora, não espere chegar ao fim da vida para perceber aquilo que já pode reconhecer hoje. Amém. Eu sou o pastor Antônio Júnior. Que Deus te abençoe.