Significa que Deus é fiel ao que prometeu, e Jesus é a maior prova disso. O “sim” é de Deus: em Cristo, suas promessas são confirmadas e chegam ao cumprimento. O “amém” é a nossa resposta: reconhecemos que Deus diz a verdade e confiamos nele. É assim que Paulo apresenta as duas palavras em 2 Coríntios 1:20.
Paulo escreveu isso quando sua palavra estava sendo questionada. Ele havia mudado seus planos de visitar os cristãos de Corinto, e precisava explicar que essa mudança não significava que ele dizia uma coisa e fazia outra por falta de sinceridade. Então ele apontou pra algo muito mais importante que seus planos de viagem: a mensagem sobre Jesus que ele havia pregado não era incerta nem contraditória. Deus tinha cumprido em seu Filho aquilo que havia prometido (2 Coríntios 1:17–20).
Por exemplo, Deus havia prometido agir pra salvar seu povo. Jesus veio, morreu e ressuscitou. Ao anunciar Jesus, os apóstolos não estavam falando de uma esperança sem fundamento; estavam anunciando o que Deus havia feito, conforme suas promessas (Atos 13:32–33; Romanos 15:8). Por isso Paulo diz que, em Cristo, as promessas de Deus têm o “sim”.
Isso não quer dizer que qualquer desejo nosso seja uma promessa de Deus, nem que todas as promessas se cumpram imediatamente ou do jeito que imaginamos. Quer dizer que nenhuma delas falhará. Algumas já se cumpriram com a vinda de Jesus; outras, como a ressurreição dos que pertencem a ele, ainda aguardam o cumprimento final (1 Coríntios 15:20–23). Em todos os casos, Jesus nos dá razão pra confiar na palavra de Deus.
E por que dizemos “amém”? Porque essa palavra expressa concordância: é como dizer “é verdade; confio no que Deus disse”. Não é o nosso “amém” que faz a promessa acontecer. Primeiro vem a fidelidade de Deus em Cristo; depois vem a nossa resposta de fé. Assim, em vez de recebermos o mérito, damos glória a Deus (2 Coríntios 1:20).