Você pode começar um relacionamento com Jesus confiando nele: reconhecendo que precisa do perdão de Deus, crendo que Jesus morreu e ressuscitou por você e entregando a ele a direção da sua vida. Você não precisa primeiro se tornar uma pessoa perfeita. É justamente porque não conseguimos resolver sozinhos o problema do pecado que precisamos dele.
A Bíblia diz que todos nós pecamos (Romanos 3:23). Isso não significa apenas que cometemos erros de vez em quando. Significa que, de várias maneiras, deixamos de viver como Deus quer. Nosso pecado nos afasta dele, e não podemos desfazer isso apenas tentando ser melhores daqui pra frente.
Mas Deus não esperou que nos consertássemos pra então nos amar. Jesus veio ao nosso encontro, viveu sem pecado, morreu por nossos pecados e ressuscitou (Romanos 5:8; 1 Coríntios 15:3-4). Por causa do que ele fez, Deus oferece perdão e uma nova vida. Esse perdão é um presente recebido pela fé, não uma recompensa por boas obras (Efésios 2:8-9).
Confiar em Jesus é mais do que acreditar que ele existiu. É reconhecer diante dele o seu pecado, pedir perdão e confiar que a morte e a ressurreição dele são suficientes pra reconciliar você com Deus. Também é aceitar Jesus como Senhor, disposto a aprender a viver do jeito que ele ensina. A Bíblia chama essa mudança de direção de arrependimento (Atos 3:19). Isso não quer dizer que você nunca mais vai falhar, mas que já não quer continuar longe de Deus.
Você pode falar com Jesus agora, com suas próprias palavras. Se não souber por onde começar, pode dizer algo assim: “Jesus, reconheço que pequei e preciso do teu perdão. Creio que morreste e ressuscitaste. Confio em ti pra me salvar. Ajuda-me a deixar o pecado e a viver contigo como meu Senhor.” Não existe uma frase especial que produza a salvação. O importante é confiar sinceramente nele.
E esse relacionamento não termina nessa primeira conversa. Quem crê em Jesus é recebido como filho de Deus (João 1:12). A partir daí, você pode conhecê-lo melhor lendo os Evangelhos, conversar com ele em oração e caminhar com outros cristãos. Não são essas práticas que compram o amor de Deus; elas fazem parte da vida de quem foi acolhido por ele.