Amom foi rei de Judá, filho de Manassés e pai de Josias. Começou a reinar aos 22 anos, mas governou por apenas dois anos. Sua história aparece em 2 Reis 21:19-26 e 2 Crônicas 33:21-25.
O que mais chama a atenção nele é a diferença entre o caminho que seu pai terminou seguindo e o caminho que ele escolheu. Manassés havia levado Judá à idolatria: incentivou o povo a adorar outros deuses em vez de permanecer fiel ao Senhor. Mais tarde, depois de ser levado prisioneiro, Manassés se humilhou diante de Deus. Ao voltar a Jerusalém, retirou os ídolos e procurou restaurar a adoração ao Senhor (2 Crônicas 33:10-16).
Amom não seguiu essa mudança. Ele adorou os ídolos que seu pai havia feito e, segundo 2 Crônicas 33:22-23, não se humilhou diante de Deus como Manassés havia feito. Em vez disso, aumentou sua culpa. O relato de 2 Reis 21:22 resume sua escolha: Amom abandonou o Senhor e não andou em seus caminhos.
Seu reinado acabou quando alguns de seus próprios servos conspiraram contra ele e o mataram. Depois, o povo puniu os conspiradores e colocou no trono Josias, filho de Amom, que tinha apenas oito anos (2 Reis 21:23-26; 22:1). Josias viria a buscar a Deus e a promover grandes mudanças em Judá.
A história de Amom mostra que ninguém vive da fé ou das escolhas de outra pessoa. Ele não seguiu o arrependimento de Manassés; Josias, por sua vez, não precisou repetir os pecados de Amom. Cada um respondeu a Deus pelo caminho que escolheu.