Maria Madalena. Jesus a libertou de sete demônios, e ela passou a segui-lo (Lucas 8:2). Depois da morte de Jesus, foi ao túmulo e o encontrou vazio. O Evangelho de João também conta que ela viu Jesus ressuscitado (João 20:1-18).
3. Maria de Betânia. Era irmã de Marta e Lázaro. Numa visita de Jesus à casa da família, ela se sentou pra ouvi-lo ensinar (Lucas 10:38-42). Em outra ocasião, derramou um perfume caro sobre os pés dele (João 12:1-3).
4. Maria, mãe de Tiago e de José. Ela acompanhou a crucificação, viu onde Jesus foi sepultado e voltou ao túmulo depois do sábado (Marcos 15:40, 47; 16:1). Mateus também menciona uma mulher chamada “a outra Maria” nesses acontecimentos (Mateus 27:56, 61; 28:1).
5. Maria, mãe de João Marcos. Cristãos se reuniam pra orar na casa dela, em Jerusalém. Foi pra lá que Pedro foi depois de ser libertado da prisão (Atos 12:12).
6. Maria, da igreja de Roma. Paulo a cumprimenta em sua carta e diz que ela havia trabalhado muito pelos cristãos dali (Romanos 16:6).
De onde vem, então, a dúvida sobre o número? João menciona, junto à cruz, Maria, mulher de Clopas (João 19:25). Muitos entendem que ela é a Maria mãe de Tiago e de José, mencionada pelos outros Evangelhos. Mas a Bíblia não afirma expressamente que sejam a mesma pessoa. Se forem mulheres diferentes, a contagem sobe pra sete.
Há ainda Miriã, irmã de Moisés, no Antigo Testamento (Êxodo 15:20). Seu nome tem a mesma origem de Maria, mas costuma aparecer em português como *Miriã*, não *Maria*. Assim, a resposta mais cuidadosa é: seis Marias identificáveis no Novo Testamento, ou sete se Maria, mulher de Clopas, for outra pessoa.