André, irmão de Pedro.
3. Tiago, filho de Zebedeu, irmão de João.
4. João, irmão de Tiago.
5. Filipe.
6. Bartolomeu.
7. Tomé.
8. Mateus, que havia sido cobrador de impostos.
9. Tiago, filho de Alfeu — outro Tiago, diferente do irmão de João.
10. Tadeu — nas listas de Lucas e de Atos, aparece em seu lugar Judas, filho de Tiago. Em geral, entende-se que sejam dois nomes da mesma pessoa.
11. Simão, o Zelote — identificado em outras listas como Simão, o Cananeu. Esse nome não quer dizer que ele era da região de Canaã.
12. Judas Iscariotes, que mais tarde traiu Jesus.
Algumas listas apresentam os nomes em ordem diferente, e certos discípulos aparecem com nomes diferentes. Isso não significa que Jesus tenha escolhido grupos diferentes: as listas se referem aos mesmos doze. Também é bom não confundir Judas, filho de Tiago, com Judas Iscariotes.
Depois da traição de Judas Iscariotes, restaram onze. Após a morte e a ressurreição de Jesus, os apóstolos escolheram Matias pra ocupar o lugar deixado por ele. O livro de Atos relata essa escolha sem dizer que foi um erro (Atos 1:15-26). Paulo também foi chamado por Cristo pra ser apóstolo, mas a Bíblia não o apresenta como substituto de Judas entre os doze.
Esses homens não eram todos iguais nem tinham a mesma profissão. Havia pescadores entre eles, e Mateus trabalhava cobrando impostos. Jesus os ensinou de perto, mesmo quando demonstravam medo, dúvidas ou dificuldade pra entender o que ele dizia. Depois de sua ressurreição, eles passaram a anunciar que tinham visto Jesus vivo e a dar testemunho dele, como vemos no livro de Atos. É isso que torna os doze tão importantes na história bíblica: eles acompanharam Jesus durante seu ministério e foram enviados pra falar sobre ele.